MORAL DA HISTÓRIA

A mulher, o machado e o marido

Um dia, uma mulher buscava gravetos para fazer o almoço para sua família. Cortando o galho de uma árvore tombada, seu machado caiu no rio. A mulher suplicou a Deus que lhe ajudasse. Ele apareceu e perguntou:

- Por que você está chorando?

A mulher respondeu que seu machado havia caído no rio. E Deus entrou no rio, de onde tirou um machado de ouro e perguntou:

- É este seu machado?

A nobre mulher respondeu:

- Não, Senhor, não é esse.

Deus entrou novamente no rio e tirou um machado de prata:

- É este o seu?

- Também não, respondeu a mulher.

Deus voltou ao rio e tirou um machado de madeira e perguntou:

- É este teu machado?

- Sim, respondeu a nobilíssima mulher.

Deus estava contente com a sinceridade da mulher e mandou-a de volta para casa, dando-lhe os três machados de presente.

Um dia, a mulher e seu amantíssimo marido estavam passeando no campo quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus por ajuda. Ele apareceu e perguntou:

- Mulher, por que você está chorando?

A mulher respondeu que seu esposo caíra no rio. Imediatamente Deus mergulhou e tirou o Rodrigo Santoro e perguntou:

- É este seu marido?

- Sim, sim, respondeu a mulher.

E Deus enfureceu-se:

- Mulher mentirosa! Exclamou.

Mas a mulher rapidamente se explicou:

- Senhor, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor tiraria o Gianecchini do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria meu marido e quando eu dissesse que sim, era ele, o Senhor mandaria eu ficar com os três. Mas eu sou uma humilde mulher e não poderia cometer poligamia... Só por isso eu disse 'sim' para o primeiro deles. E Deus achou justo e a perdoou.

Moral da história: Mulher mente de um jeito que até Deus acredita.

Com a colaboração de Grasiela Barbosa