Rabiscos do Samuel Junior

Moral da História



MORAL DA HISTÓRIA

Amigo

Diálogo entre filho e mãe:

- Mãe, posso ir ao hospital ver meu amigo? Ele está doente!

- Claro, mas o que ele tem?

- Tumor no cérebro.

- E você quer ir lá pra quê? Vê-lo morrer?

O filho lhe dá as costas e vai...

Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar. Olha pra mãe e diz:

- Aí mãe, foi tão horrível, ele morreu a minha frente!

A mãe com raiva:

- E agora?! Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?!

Uma última lágrima caiu de seus olhos e acompanhado de um sorriso, disse:

- Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer... EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!!!

Moral da história: A amizade não se resume só as horas boas, de alegria e de festa.

Amigo é para todas as horas... Boas ou ruins.. Tristes ou felizes.



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MORAL DA HISTÓRIA

Contando sua história

Joãozinho estava brincando no parque da escola quando viu o carro do seu pai passando em direção ao matagal próximo.

Ele seguiu o carro e viu seu pai e sua tia Jane se abraçando apaixonadamente!
Joãozinho achou isso tão excitante que não se conteve e correu pra casa para contar pra sua mãe o que tinha visto.

- Mamãe, mamãe, eu estava no parque da escola, quando vi o carro do papai indo pro mato com a tia Jane dentro... Eu fui atrás pra ver e ele tava dando o maior beijo na tia Jane. Depois ele a ajudou a tirar sua blusa... aí a tia Jane ajudou o papai a tirar suas calças e depois a tia Jane...

Nesse ponto a mãe o interrompeu e disse:

- Joãozinho, essa é uma história tão interessante... Que tal você guardar o resto dela pra hora do jantar? Eu quero ver a cara do seu pai quando você contar tudo isso hoje à noite.

Na hora do jantar, a mãe pediu pro Joãozinho contar sua história. Joãozinho começou a contar:

- Eu tava brincando no parque da escola, quando vi o carro do papai indo pro mato com a tia Jane dentro ... aí fui correndo atrás pra ver e ele tava dando o maior beijo na tia Jane... aí ele a ajudou a tirar sua blusa ... aí a tia Jane ajudou o papai a tirar suas calças e depois a tia Jane e o papai começaram a fazer as mesmas coisas que a mamãe e o tio Gil faziam quando o papai estava no trabalho...

A mãe desmaiou!

Moral da história: Na maioria das vezes é preciso ouvir toda a história antes de tirar qualquer conclusão.



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MORAL DA HISTÓRIA

A Ratoeira

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa. Uma ratoeira na casa!!!

A galinha disse:

- Desculpe-me senhor Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e lhe disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!!!

- Desculpe-me senhor Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca e ela lhe disse:

- O que senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha pegado. No escuro, ela viu que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher. O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor do que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou o seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal e matou a galinha.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo...

Moral da história: Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.



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MORAL DA HISTÓRIA

Passando no teste

Um homem estava nos últimos preparativos para o seu casamento. Sua noiva pediu que ele fosse olhar se o convite tinha sido confeccionado como eles tinham planejado. O noivo foi até a casa da mulher que estava elaborando os convites. Chegando lá a mulher ficou bem pertinho dele e com um olhar atrevido disse que queria fazer amor com ele somente uma vez, antes do casamento. O homem ficou em estado de choque e não conseguiu dizer uma palavra. Ela olhou nos seus olhos e disse:

- Vou lá pra cima, para o meu quarto. Se quiser é só subir...

O homem continuou atônito. Estava paralisado enquanto olhava aquele mulherão subir as escadas.

Ao chegar ao final da escada a mulher tira a calcinha e atira para ele.

O noivo ficou ali por uns segundos e dirigiu-se à porta de saída. Abriu a porta, saiu da casa e caminhou em direção ao carro. Tomou um susto ao encontrar o futuro sogro lá fora.

Com lágrimas nos olhos o sogro abraçou-o e disse:

- Estamos muito felizes que você tenha passado no nosso pequeno teste de fidelidade. Não poderíamos ter um melhor esposo para nossa filha! Seja bem vindo a família!

Moral da história: Guarde sempre os preservativos no porta-luvas do carro.



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MORAL DA HISTÓRIA

Reclamando de fazer a barba

Era uma vez um homem que vivia reclamando de fazer a barba. Reclamava que doía... que incomodava... e outras reclamações.

Na primeira vez que ouviu a reclamação, a esposa retrucou:

- Queria ver você fazendo depilação com cera quente na virilha. Virilha completa!

Em outra reclamação, a mulher falou:

- Imagine se você ficasse menstruado todo mês, com direito a sete dias de sangramento e mais cólicas, dores no corpo e irritação.

Na terceira reclamação, o barbudo ouviu a esposa atentamente:

- Queria ver você num parto normal, incluindo os nove meses de gestação, dores na coluna, enjôos, dificuldade para andar, muitos quilos a mais e, na reta final, fortes contrações, dilatação de dez centímetros na genitália, um corte para facilitar a saída do bebê e a própria saída do bebê cabeçudo e que tem ombros.

Moral da História: Fazer a barba não é tão ruim assim...

 



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MORAL DA HISTÓRIA

Criatividade
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas na sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar ,lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa. Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora. O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
Moral da História: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos.



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MORAL DA HISTÓRIA

Respeito ao outro

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele se vira para o chinês e pergunta:

- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês respondeu:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.


Moral da História: Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente. Portanto, nunca julgue. Apenas tente compreender.



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MORAL DA HISTÓRIA

A mulher, o machado e o marido

Um dia, uma mulher buscava gravetos para fazer o almoço para sua família. Cortando o galho de uma árvore tombada, seu machado caiu no rio. A mulher suplicou a Deus que lhe ajudasse. Ele apareceu e perguntou:

- Por que você está chorando?

A mulher respondeu que seu machado havia caído no rio. E Deus entrou no rio, de onde tirou um machado de ouro e perguntou:

- É este seu machado?

A nobre mulher respondeu:

- Não, Senhor, não é esse.

Deus entrou novamente no rio e tirou um machado de prata:

- É este o seu?

- Também não, respondeu a mulher.

Deus voltou ao rio e tirou um machado de madeira e perguntou:

- É este teu machado?

- Sim, respondeu a nobilíssima mulher.

Deus estava contente com a sinceridade da mulher e mandou-a de volta para casa, dando-lhe os três machados de presente.

Um dia, a mulher e seu amantíssimo marido estavam passeando no campo quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus por ajuda. Ele apareceu e perguntou:

- Mulher, por que você está chorando?

A mulher respondeu que seu esposo caíra no rio. Imediatamente Deus mergulhou e tirou o Rodrigo Santoro e perguntou:

- É este seu marido?

- Sim, sim, respondeu a mulher.

E Deus enfureceu-se:

- Mulher mentirosa! Exclamou.

Mas a mulher rapidamente se explicou:

- Senhor, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor tiraria o Gianecchini do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria meu marido e quando eu dissesse que sim, era ele, o Senhor mandaria eu ficar com os três. Mas eu sou uma humilde mulher e não poderia cometer poligamia... Só por isso eu disse 'sim' para o primeiro deles. E Deus achou justo e a perdoou.

Moral da história: Mulher mente de um jeito que até Deus acredita.

Com a colaboração de Grasiela Barbosa



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MORAL DA HISTÓRIA

Será que a nossa falta faz falta?

Uma empresa moderna resolveu dar uma chance a um grupo de canibais
admitindo-os para vários setores.

- Vocês podem transitar em qualquer lugar como qualquer um dos outros
funcionários, inclusive em nossa lanchonete; mas peço encarecidamente que
não comam nenhum dos seus colegas.

Cinco semanas depois, receberam um chamado para irem até a diretoria.

- Vocês estão trabalhando muito bem; não faltam; não se atrasam e cumprem
todas as obrigações as quais são designadas; mas quero comunicar que a
senhora do cafezinho desapareceu. Algum de vocês pode nos dizer o que pode ter ocorrido?

Todos os canibais alegaram que não sabiam do fato e negaram o feito.
Ao atender um chamado urgente, o diretor teve que se ausentar por alguns
minutos.

Os canibais reunidos ainda na mesma sala à espera do diretor, comentam entre
si; eis que surge a pergunta do líder:

- Quem comeu à senhora do cafezinho?

Um deles constrangido ergue o braço. Então o líder grita com ele:

- Mas você é burro! Estamos comendo há quatro semanas os gerentes e ninguém
percebeu nada. Você tinha que comer justamente a senhora do cafezinho?!?

Moral da história 1: Torne-se visível e não fique simplesmente no cantinho cumprindo e dando ordens.

Moral da história 2: Faça seus resultados satisfazerem os seus colegas de trabalho. Servir um cafezinho aos seus colegas pode trazer bons frutos. Afinal, quem é visto, sempre é lembrado.



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MORAL DA HISTÓRIA

Tomada de decisões

Um executivo estressado foi ao psiquiatra e relatou o seu caso.

O psiquiatra, experiente, logo diagnosticou:

- O senhor precisa se afastar por duas semanas da sua atividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, se isole do dia-a-dia e busque algumas atividades relaxantes.

Então o executivo procurou seguir as orientações... Munido de vários livros, CDs e laptop, mas sem o celular, partiu para a fazenda de um amigo em Ipanguaçu.

Passados os dois primeiros dias, o executivo já havia lido dois livros e ouvido quase todos os CDs. Continuava inquieto. Pensou então que alguma atividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que ainda o dominava. Chamou o administrador da fazenda e pediu para fazer algo. O administrador ficou pensativo e viu uma montanha de esterco que havia acabado de chegar. Disse ao nosso executivo:

- O senhor pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que será preparada para o cultivo.

O administrador pensou consigo: "Ele deverá gastar uma semana com essa tarefa". Ledo engano. No dia seguinte o nosso executivo já tinha distribuído o esterco por toda a área.

O administrador então lhe deu a seguinte tarefa: abater 500 galinhas com uma faca, cortando-lhes a cabeça. Essa foi fácil. Em menos de três horas já estavam todas prontas para serem depenadas. Pediu logo uma nova tarefa.

O administrador então lhe disse:

- Estamos iniciando a colheita de mangas. O senhor vá ao campo levando três cestos para distribuir as mangas por tamanho. Pequenas, médias e grandes.

No fim daquele primeiro dia o nosso executivo não retornou. Preocupado, o administrador se dirigiu ao local. Viu o nosso executivo com uma manga na mão, os cestos totalmente vazios, falando sozinho:

- Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena???
- Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média???
- Esta é média. Não, é pequena. Ou será grande???

Moral da história: Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. O difícil é tomar
decisões.



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MORAL DA HISTÓRIA

A arte de negociar

PAI - Filho, escolhi uma ótima moça para você casar.

FILHO - Mas pai, eu prefiro escolher a minha mulher.

PAI - Meu filho, ela é filha do Bill Gates.

FILHO - Bem neste caso eu aceito.

Então o pai negociador vai encontrar o Bill Gates.

PAI - Bill, eu tenho o marido para a sua filha.

BILL GATES - Mas a minha filha é muito jovem para casar.

PAI - Mas esse jovem é vice-presidente do Banco Mundial.

BILL GATES - Neste caso tudo bem.

Finalmente o pai negociador vai ao Presidente do Banco Mundial.

PAI - Senhor presidente, eu tenho um jovem recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.

PRESIDENTE DO BANCO MUNDIAL - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, inclusive mais do que o necessário.

PAI - Mas senhor, este jovem é genro do Bill Gates.

PRESIDENTE DO BANCO MUNDIAL - Neste caso ele pode começar amanhã mesmo.


MORAL DA HISTÓRIA:
Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia.



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MORAL DA HISTÓRIA

Faxineiro da Microsoft

 

Um homem que estava desempregado entra num concurso para faxineiro da Microsoft. O gerente de RH o entrevista, faz um teste - varrer o chão - e lhe diz:

- O serviço é seu, me dê seu e-mail e eu lhe enviarei a ficha pra preencher e a data e hora em que deverá se apresentar para o serviço.

O homem desesperado, responde que não tem computador e, muito menos, e-mail.

O gerente de RH diz que lamenta, mas se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe e, como não existe, não pode ter o trabalho.

O homem sai desesperado, sem saber o que fazer. Tem apenas R$ 10,00 no bolso. Então decide ir ao supermercado e compra uma caixa de 10 quilos de tomates. Bate de porta em porta vendendo os tomates a quilo e, em menos de duas horas, consegue duplicar o capital. Repete a operação mais três vezes e volta para casa com R$ 60,00. Então, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira. A cada dia, sai de casa mais cedo e volta cada vez mais tarde. E assim, triplica ou quadruplica o dinheiro a cada dia. Pouco tempo depois, compra uma Kombi, que depois troca por um caminhão e pouco tempo depois chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.

Cinco anos depois o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos. Pensando no futuro de sua família, decide fazer um seguro de vida. Chama um corretor, acerta um plano e quando a conversa acaba, o corretor lhe pede o e-mail para enviar a proposta. O homem disse que não tem e-mail. Curioso, o corretor lhe disse:

- Você não tem e-mail e chegou a construir este império!? Imagine o que você seria se tivesse e-mail!

O homem pensa e responde:

- Seria faxineiro da Microsoft!

Moral da história 1: Nem sempre a Internet é a solução da sua vida!

Moral da história 2: Se você quer ser faxineiro da Microsoft, procure ter um e-mail.

Moral da história 3: Se você não tem e-mail e trabalha muito, pode ser milionário.



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MORAL DA HISTÓRIA

Como tratar o inimigo

 

Um soldado no Iraque recebeu uma carta da sua namorada, que dizia o seguinte:

Querido John,

Não podemos continuar com esta relação. A distância que nos separa é demasiado longa. Tenho que admitir que tenho sido infiel já por várias vezes desde que te foste embora. Acredito que, nem tu nem eu merecemos isto! Portanto, penso que é melhor acabarmos tudo! Por favor, manda de volta a foto minha que te enviei.

Com Amor, Mary.

O soldado John, muito magoado, pediu a todos os seus colegas que lhe emprestassem fotos das suas namoradas, irmãs, amigas, primas, etc... Juntamente com a foto de Mary, colocou em um envelope todas as outras fotos que conseguiu recolher com seus colegas.

Na carta que enviou à Mary estavam as 87 fotos e uma pequena nota que dizia:

Querida Mary,

Isso acontece. Peço desculpas, mas não consigo me lembrar quem tu és! Por favor, procura a tua foto no envelope e me envia de volta as restantes!

Com carinho e com muito, muito amor...
John


MORAL DA HISTÓRIA: Mesmo derrotado, saiba arrasar o inimigo.



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MORAL DA HISTÓRIA

De olho nas metas

 

Era uma vez um produtor que dirigia uma carroça cheia de melancias. A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as melancias estavam todas desarrumadas. Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e... tudo se desarrumava de novo.

Então ele começou a ficar desanimado e pensou:

- Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as melancias arrumadas!

Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de melancias, e ele observou que o produtor seguia em frente e nem olhava para trás: as melancias que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.

Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as melancias se acomodassem em seus devidos lugares.

MORAL DA HISTÓRIA: Assim também é a nossa vida. Quando paramos demais para olhar os problemas, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas. Devemos sempre seguir em frente.



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MORAL DA HISTÓRIA

Segure a língua!

 

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.

Algum tempo depois descobriram que era inocente. O rapaz foi solto. Após muito sofrimento e humilhação, processou o homem.

No tribunal, o homem disse ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal...

E o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença!

O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!

Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!



MORAL DA HISTÓRIA: Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.



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